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REFORMA DA PREVIDÊNCIA. O QUE MAIS PRECISA?

 REFORMA DA PREVIDÊNCIA. O QUE MAIS PRECISA?

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12/07/2019 2
No Fórum Econômico Mundial de Davos ficou muito claro que os investidores internacionais esperam essa aprovação para colocar o Brasil de novo nos seus radares.

Dizem os especialistas que a reforma aprovada, está feita a lição de casa, mas ainda falta muito para chegarmos ao patamar que precisamos.

 

O especialista em investimentos, Mauro Morelli, diz que ainda temos um checklist “de tamanho razoável” para que o país recupere a preferência dos investidores internacionais, inclusive os portugueses ávidos por investir, principalmente na área do turismo.

 

Entendemos que o Brasil precisa estimular o capital a realizar investimentos produtivos  que gerem emprego, aumentem o salário real, beneficiem o consumidor, reduzam as desigualdades regionais e sociais, produzam impostos e elevem o nível de vida das pessoas.

                           

Precisamos de uma reforma tributária que simplifique a vida do empreendedor, incentive o livre comércio como a recente medida provisória que trata das “Liberdades Econômicas”, estimulando o acordo de livre comercio assinado recentemente entre o Mercosul e a União Européia.

                         

Vivemos no mundo a “Era das Mudanças” e é necessário que sejam flexibilizadasas formas pelas quais será possível realizar essas mudanças que precisamos, impactadas com a Reforma da Previdência, com a Tributária  e com a Reforma Política.

                       

Nesse contexto cabe ao Congresso Nacional, em uma visão realística e dinâmica, aprovar, incluindo Estados e Municípios, a Reforma Previdenciária e essas outras de modo a possibilitar que sejam realizadas as mudanças exigidas pela sociedade  e pelo setor produtivo.

                       

Necessário se faz lembrar que o rombo da Previdência em 2018 foi de 290,2 bilhões e, como está, chegaria a 2026 tomando para , 80% do orçamento federal.

                   

As mudanças na previdência são históricas. Ela foi iniciada na França em 1673, especialmente para a Marinha Real, e dois séculos depois para ofuncionários. 

                   

No Brasil ela começou em 1888, beneficiando setores considerados estratégicos para o Império; em 1923, surgiu uma nova Previdência, que ganhou grandeza em 1988, com a Constituição criando a Seguridade Social.

                  

No Fórum Econômico Mundial de Davos ficou muito claro que os investidores internacionais esperam essa aprovação para colocar o Brasil de novo nos seus radares.

 

Desconstitucionalizar, desregulamentar e desburocratizar constituem a nosso ver, os instrumentos necessários à mudança do Brasil. 

             

desenvolvimento” que nos impuseram, baseado em aparelhamento do Estado, no controle das estatais, na distribuição indiscriminada de recursos dos órgãos creditícios do Estado Brasileiro, contribuíram para a hipertrofia no funcionalismo, para o crescimento da regulamentação, desestimulando a redução de custos, a melhoria da qualidade tecnológica, que constituem os alicerces sobre os quais repousa a competitividade das nações.

  



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SOBRE

Silvia Melo
Silvia Melo

*Silvia Melo, Jornista, Diretora de comunicação da Uvesp, editora do Jornal do Interior e correspondente do Jornal Vidas Lá Fora. 



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